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Tecnologias de identificação e monitoramento reforçam IATF em bovinos – Giro do Boi

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Especialista citou como as novas tecnologias embarcadas em brincos e bottons podem melhorar a gestão do rebanho e impactar na IATF em bovinos
Criado em 01/03/2022 ÀS 11h19
Nesta terça, dia 1º, o Giro do Boi exibiu entrevista com o médico veterinário Rafael Linhares, coordenador de território da MSD Saúde Animal. Em resumo, o profissional falou sobre a adição de novas tecnologias de identificação e monitoramento animal que estão melhorando a IATF em bovinos.
Além disso, Linhares explicou como as tecnologias melhoram outros aspectos da pecuária de corte. “A MSD, com pioneirismo e também com muito investimento em inovação, traz essa nova linha MSD Saúde Animal Intelligence. Ela traz identificação e o monitoramento em favor da saúde animal, da prevenção, da saúde única. E faz a interação entre animal, humano e meio ambiente. Então, com esse conceito, a MSD Saúde Animal sai na frente, trazendo toda essa abordagem que visa saúde e bem-estar animal, assim como melhora a vida das pessoas”, disse em síntese.
Portanto, além de monitorar a saúde animal e poder prevenir problemas ou detectá-los de modo mais cedo, a tecnologia reforça a produtividade, como na IATF em bovinos. Na prática, os brincos e/ou bottons facilitam o lançamento e acompanhamento de dados sobre cada indivíduo do rebanho.
Dessa forma, os equipamentos podem conter a logomarca da fazenda, nome da propriedade e uma numeração sequencial do animal. Além disso, o produtor pode usar somente brinco, somente botton ou a combinação de brinco com botton, o que aumenta a segurança caso o animal perca um dos dois.
Ao passo que o brinco oferece somente um número de identificação, o botton possibilita a leitura por equipamentos eletrônicos que lançam dados diretamente em softwares de gestão.
Depois disso, Linhares fez suas recomendações sobre o melhor método para incorporar a tecnologia na fazenda. “O modelo ideal, que a gente costuma recomendar, pensando na pecuária de cria, é esse modelo em combinação. O brinco de manejo juntamente com o brinco eletrônico. […] Porque o brinco visual vai servir muito para o pessoal da lida de campo. O pessoal da maternidade vê de longe o número daquele indivíduo. E o brinco eletrônico na outra orelha vai dar toda a leitura mais eficiente, rápida e segura a nível de curral. Ou ainda em qualquer outro lugar que ele consiga aproximar da orelha desse indivíduo e fazer a leitura com um leitor. Assim, ele pode compartilhar a informação com o controle”, justificou.
Do mesmo modo, a nova tecnologia também faz com que o manejo, como a IATF em bovinos, seja mais rápido para lançar dados da balança, no software ou em uma planilha, por exemplo. Ao mesmo tempo, oferece a possibilidade da redução da marca a fogo, resguardando a equipe da fazenda e o próprio animal.
Posteriormente, o médico veterinário especificou o impacto que as tecnologias de identificação e monitoramento trazem para a reprodução. “Quais informações qualitativas do processo? Quais são as melhores fêmeas, quais são os melhores bezerros, os melhores touros da estação? Então, com esse advento da identificação e também de um bom protocolo de reprodução, o produtor consegue, além de outros fatores, […] ter condição de chegar na média nacional de 50% de taxa de prenhez na IATF”, projetou.
Conforme destacou Linhares, o produtor pode acompanhar, monitorar, corrigir e ajustar manejos de acordo com as leituras que as tecnologias oferecem. “Se o produtor não tem essas ferramentas, ele tem um trabalho um pouco mais difícil, um pouco mais lento. E a saúde animal, vinculada à identificação, traz também esse contexto de produção aliada ao controle qualitativo e quantidade de toda a operação”, salientou.
Em conclusão, o profissional lembrou ainda que os dados fazem interface direta com o software da própria MSD Saúde Animal, o SIGA Maxi-Corte. Além da coleta de informações eletrônica, a plataforma também oferece comparativo entre as fazendas parceiras.
Acima de tudo, o veterinário apontou que o pecuarista ganha segurança na gestão do rebanho. “Dá para ver ali o resultado da IATF, como estão os índices, quais animais foram superiores, quais animais serão rejeitados na próxima estação e daí por diante. Todas as informações estarão compiladas dentro de um software para que ele possa acompanhar, mensurar, comparar, ter uma projeção de nascimento, de desmama e tudo mais dentro do contexto pecuário”, disse em suma.
Por fim, assista a entrevista completa com o médico veterinário Rafael Linhares, coordenador de território da MSD Saúde Animal:

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