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Smart contract: saiba por que a tecnologia ganha espaço no mercado – Criptomoedas – Estadão E-Investidor – As principais notícias do mercado financeiro – E-Investidor

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O potencial de uso de smart contract ainda é pouco explorado pelo mercado. Os analistas acreditam que os contratos inteligentes, como também são conhecidos, devem ganhar novas funcionalidades nos próximos anos. A projeção é baseada nas características desse tipo de tecnologia: são 100% programáveis e com execução automática, o que amplia as possibilidades de uso.

Os smart contracts são códigos de computador utilizados normalmente para automatizar um acordo pré-estabelecido entre as partes envolvidas. Uma vez implementados e armazenados na infraestrutura das blockchains, sua execução ocorre de forma automática quando condições pré-determinadas são atendidas.
“São normalmente utilizados para automatizar a execução de um “acordo” entre contrapartes, de modo que todos os participantes possam ter a certeza imediata do resultado, sem o envolvimento de qualquer intermediário e de forma quase instantânea”, explica Carlos Eduardo Gomes, head de Research da Hasdex.

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Devido à sua potencialidade, a tecnologia tem se tornado a solução para alguns impasses do cotidiano. Uma delas é a utilização de contratos inteligentes para a transferência de herança de criptomoedas aos herdeiros do proprietário. A ideia surgiu no escritório de advocacia Baptista Luz Advogados para o desenvolvimento de testamento de heranças envolvendo os ativos digitais.
Como esse investimento não é intermediado por um banco ou outro órgão institucional, a transferência só é possível caso o proprietário dos ativos digitais tenha repassado a chave de acesso à sua carteira de investimento para os herdeiros.
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“As criptomoedas acabam desaparecendo e ficam inacessíveis se os herdeiros não tiverem a chave de acesso ou de transferência desses ativos”, explica Sandro Wainstein, da área de corporate do Baptista Luz Advogados. Já os contratos inteligentes possibilitam essa transferência de forma automática aos herdeiros sem a presença de um intermediador.
Essa nova modalidade de testamento é possível porque os contratos inteligentes estão associados ao sistema de blockchain, que funciona como um “grande livro de registro digital” que armazena os acordos pré-determinados em formato de smart contracts.
“Quando alguém envia um valor ou uma informação para outra pessoa na blockchain, uma nova transação é criada. Os dados da transação são armazenados de forma permanente em blocos que estão ligados ao bloco anterior, formando uma rede interligada”, afirma Alexandre Chawartzmann, coordenador da área de Propriedade Intelectual e Transações de Tecnologia da Baptista Luz Advogados. Até o momento, o escritório possui sete contratos nesta modalidade .
Mas Chawartzmann já visualiza outras possibilidades de uso por meio das smart contracts. Segundo ele, a tecnologia pode ser adaptada para realizar cálculos e pagamentos, por exemplo. “Imagine como seria incrível receber os honorários advocatícios a cada hora trabalhada, em tempo real, ou mesmo ter o valor da conta de luz debitado aos poucos da sua conta conforme o uso”, exemplifica
No entanto, Jorge Souto, Co-head do TC Cript, ressalta que ainda há “gargalos” que precisam ser solucionados, mas esse processo deve acontecer com o avanço da tecnologia. “Eu acredito que daqui a 10 e 15 anos teremos uma revolução grande porque hoje conseguimos guardar documentos na blockchain com um nível de segurança extremamente alto”, afirma.
A viabilidade das smart contracts também é possível graças à segurança que a tecnologia blockchain oferece. Souto explica que o sistema funciona de forma descentralizada, o que significa que não há um órgão responsável pela administração dos dados.
Segundo ele, as informações ficam todas armazenadas dentro do sistema de blockchain e qualquer alteração ou interferência demanda um alto custo, o que fortalece a segurança dos dados inseridos.
A preocupação surge à medida que novos casos de ataques de hackers à corretoras de criptomoedas são noticiados. Assim como os smart contracts, os ativos digitais também estão inseridos no sistema blockchain. No entanto, Alexandre Chawartzmann ressalta que as violações acontecem em contas pessoais, não na rede blockchain.

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