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5 tecnologias e ciências do Egito; e uma curiosidade – Tecmundo

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Matheus Rocha da Silva
via nexperts
Você provavelmente já ouviu falar de algum aspecto curioso do Egito, não é? Conhecido principalmente por suas belezas naturais e monumentos, como o Rio Nilo, as Pirâmides de Gizé e a Esfinge, há também figuras históricas bastante importantes, como Cleópatra, Ramsés II, Tutancâmon e Nefertiti, que fizeram do local um grande celeiro para descobertas de todos os tipos.
Ao longo do tempo, o país se desenvolveu em diversos sentidos e continua sendo bastante estratégico na exportação de alguns produtos específicos. Mas quais as principais colaborações do país nos âmbitos da ciência e tecnologia? Descubra no texto completo!
Egito
De acordo com papiros médicos de mais de 40 séculos atrás, conforme o livro O Legado do Antigo Egito, do historiador Warren R. Dawson, os egípcios já tinham conhecimento e utilizavam diversos produtos bastante conhecidos na atualidade, como óleo de rícino, ácido acetilsalicílico, própolis para cicatrização e anestésicos à base de opiáceos, que podem ser considerados antecessores da morfina.
Além disso, os estudos de anatomia permitiram, dentre outras coisas, que o processo de mumificação fosse realizado de uma forma que não acarretasse grandes intervenções nos corpos que estavam sendo trabalhados. Para isso, a química e a física foram amplamente aplicadas. Todos esses benefícios influenciaram a vida moderna em diversos aspectos.
Os egípcios também foram responsáveis pelo desenvolvimento de diversos tipos de embarcação, sempre considerando o objetivo da viagem. Desta forma, criaram barcos militares, barcos de transporte de produtos diversos — inclusive bastante pesados — e de pessoas. Tudo isso com o exímio conhecimento e uso da madeira, além da criação de uma das primeiras velas de que se tem registro.
Além disso, também é creditada aos egípcios a construção do que seria o primórdio do Canal de Suez, que era uma passagem que ligava o Mar Vermelho ao Mediterrâneo.
Muito se fala sobre o desenvolvimento da agricultura dos egípcios, que utilizavam o Rio Nilo como base de pesquisa, aprendizado e fonte de água e nutrientes. Nele, eram medidas as variações das cheias e era dele que os egípcios pegavam uma lama fertilizante.
Mas o principal trabalho ao redor do Nilo foi a irrigação das plantações, que era feita através de canais, com um sistema de bombeamento de água e vazão controlada. Com isso, era possível levar a água para locais não inundados, aumentando a produção. O processo é utilizado até hoje.
É do Egito a ideia de utilizar pedras em grandes construções para que elas fossem mais duráveis — elas eram cortadas da mesma forma que os tijolos atuais. Tudo era aproveitado: ao cortar e polir rochas, o pó que sobrava era misturado a outros produtos formando uma massa que servia de forma similar ao cimento de hoje.
Os primeiros usos registrados de ferro também vêm do Egito. Mesmo ainda sendo raro, ele era utilizado para pontas de lanças e ornamentos diversos, com uma proposta mais cerimonial pelo seu valor.
Foi também o conhecimento químico que fez com que os egípcios desenvolvessem as tintas e algumas maquiagens, já que buscavam proteger suas peles do sol. As tintas sintéticas eram feitas de uma base mineral de onde vinham as cores.
Assim, o ferro gerava o amarelo; a cal, o branco; o carvão, o preto. E o azul era uma grande mistura de óxidos e bicarbonatos até chegar a uma pedra que seria moída e novamente misturada para gerar a tinta. Além disso, o betume já era conhecido e um tipo de piche também.
Na contemporaneidade, o Egito também se tornou conhecido pelo setor turístico e de exportação de algodão, um dos produtos que mais remetem ao país no mundo inteiro, sobretudo pela fabricação de peças específicas de vestuário, além de cama, mesa e banho.
E não é preciso ir muito longe para aproveitar as maravilhas do fio egípcio, pois existem marcas atuantes no Brasil que oferecem produtos de grande qualidade para os consumidores. Nesse ponto, é importante sempre se atentar a três aspectos ao adquirir, por exemplo, uma nova camiseta: conforto, qualidade e apresentação. A durabilidade também deve ser considerada, sobretudo pelo uso prolongado da peça.

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