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PC congelou do nada – Computador congelando – Clube do Hardware

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Por Ravok_
20 de maio em Computador congelando

Galera estou enfrentando um problema aqui agora com meu pc, que na verdade é um problema que acontecia de tempos em tempos, mas como eu acha que era por conta do SSD cheio, eu esvaziei e tirei o Chrome e n teve mais o problema no qual O PC SIMPLESMENTE CONGELA! Não deixa desligar nem no Power! Eu queria sabe se alguém já passou por isso sabe o que pode ter causado isso dvn??? Config: Ryzen 5 1600, B450 Steel Legend, 16gb, GTX 1650, 2 HD, 1 SSD AXIS 500 120gb Multilaser (Sistema),  Fonte 500w da Red Dragon
 
Vou desliga-lo a força, mas quero saber como resolver isso de vez, pois nem jogando eu tava, e o SSD tá com 16gb livre, só meu HD de 500gb que tá cheio.
Galera estou enfrentando um problema aqui agora com meu pc, que na verdade é um problema que acontecia de tempos em tempos, mas como eu acha que era por conta do SSD cheio, eu esvaziei e tirei o Chrome e n teve mais o problema no qual O PC SIMPLESMENTE CONGELA! Não deixa desligar nem no Power! Eu queria sabe se alguém já passou por isso sabe o que pode ter causado isso dvn??? Config: Ryzen 5 1600, B450 Steel Legend, 16gb, GTX 1650, 2 HD, 1 SSD AXIS 500 120gb Multilaser (Sistema),  Fonte 500w da Red Dragon
 
Vou desliga-lo a força, mas quero saber como resolver isso de vez, pois nem jogando eu tava, e o SSD tá com 16gb livre, só meu HD de 500gb que tá cheio.
 
O seu SSD ainda está muito cheio, embora não totalmente. Com isto, o sistema pode estar enfrentando travamentos por causa disso.
 
Vou explicar melhor abaixo.
 
Um SSD é composto de:
– Células flash NAND
– Controlador
 
Entenda melhor aqui: 
 
ssd-componentes-768x512.jpg
 
As memórias, ou células, do tipo flash NAND, é onde ficam guardados os arquivos e programas. Elas têm um limite de quantas gravações de dados podem receber até se deteriorarem totalmente e não poderem receber novas escritas. Este limite, contando o SSD como um todo, é chamado de TBW (terabytes written, ou terabytes de escrita).
 
O TBW considera estes TBs de escrita somando vários ciclos de gravar/apagar arquivos e instalar/desinstalar programas. Por exemplo, se você instalou em um SSD o GTA V, com 100GB de tamanho, e depois desinstalou, já foram 100GB de tamanho. Junte com isto todo tipo de arquivo gravado/apagado e programa instalado/desinstalado e, nessa somatória, vão sendo somados os TBs de escrita que o seu SSD suporta.
 
Sabendo desta limitação, as fabricantes geralmente constroem os SSDs com células extras “de emergência” que possam ser utilizadas para gravar novos arquivos, caso alguma das outras “morra” e não consiga mais receber novas escritas. Desta forma, a longevidade do SSD dura mais um pouquinho.
 
Baseado nisto, temos pelo menos quatro tipos conhecidos de memória flash NAND:
 
SLC – Single Level Cell (célula de um único nível)
TLC – Triple Level Cell (célula de 3 níveis)
QLC – Quad Level Cell (célula de 4 níveis)
MLC – Multi Level Cell (célula de vários níveis)
 
No caso das flash NAND SLC, a cada gravação, é gravado apenas 1 único bit por célula, o que faz com que o nivelamento de desgaste das células a longo prazo (chamado em inglês de wear levelling) seja mais equilibrado.
 
Já em relação às flash NAND TLC, a cada gravação, são gravados 3 bits por célula. Isto faz com que uma mesma célula flash NAND, ao receber uma gravação, sofra um pouco mais de desgaste, já que, a cada nova gravação, ela é muito mais utilizada em uma única escrita.
 
Nas NAND QLC, a cada escrita, são gravados 4 bits por célula, o que aumenta ainda mais o desgaste a longo prazo.
 
E, seguindo este raciocínio, temos a MLC, em que são gravados vários bits por célula, mas não são especificados quantos ao certo. Neste caso, uma única gravação poderia facilmente consumir muito da vida útil de uma célula a longo prazo, vide a quantidade de bits que são gravados nela de uma só vez.
 
O controlador é o responsável por, na gravação de um novo arquivo, direcioná-lo para a célula menos desgastada possível, que tenha sofrido menos gravações em relação às outras, e cujo TBW individual esteja mais longe do fim. Exemplo: Suponhamos que um SSD de 240GB tenha 6 células (4 “oficiais” + 2 extras para o caso de “vencimento da vida útil” das outras). Nele, é gravado o Windows, junto com programas. Ao gravar um novo arquivo nele, o controlador vai procurar qual célula está menos desgastada, isto é, que recebeu menos gravações, para gravá-lo nela e tornar mais rápido o acesso àquele arquivo ou programa.
 
Aí que está o pulo do gato. Por que um SSD não pode ficar muito cheio? Justamente por causa do que eu expliquei no primeiro parágrafo e neste último, sobre o controlador. Junte o limite de regravações das células flash NAND com o trabalho do controlador em encontrar uma célula menos “à beira da morte” para gravar aquele novo arquivo, e temos o problema. 
 
Quando um SSD vive cheio, as células provavelmente já estão muito perto do fim da sua vida útil, o que dificulta para o controlador encontrar uma célula menos desgastada em que consiga gravar aquele novo arquivo e agilizar o acesso a ele.
 
Um exemplo comparativo. Imaginemos um SSD como um estacionamento com várias salas (células), com um guarda (controlador) que redireciona os carros (arquivos) para uma sala (célula) que tenha recebido menos vaivém de carros (que tenha recebido menos ciclos de gravação/remoção de arquivos e/ou instalação/desinstalação de programas). Quanto mais cheio está o estacionamento (SSD), mais trabalho o guarda (controlador) terá para encontrar uma sala (célula) cujo asfalto (componente eletrônico) tenha sofrido menos desgaste, para que este carro (arquivo) possa ficar estacionado (armazenado) lá, o que agilizaria o acesso do motorista (usuário) ao carro (arquivo), sem ter que passar por um asfalto (componente eletrônico) já muito desgastado.
 
A diferença é que, em um estacionamento, se todas as salas tivessem o pavimento de asfalto completamente “inasfaltado”, chegado ao seu limite, seria possível recapeá-las, colocar um asfalto novo e continuar recebendo o vaivém de carros nele. Agora, com componentes de células eletrônicas, não dá para “recapear” e continuar usando como se fosse novo. Nem sei se dá para trocar células de um SSD e continuar usando. Acho que só trocando mesmo. É até mais prático.
 
Qual pode ser o problema no seu caso? 
 
SSD. No caso de um SSD de 120GB, ter apenas 16GB livres é ter pouco mais de 10% da capacidade dele disponível para uso. Para HDs mecânicos, só excluir um monte de coisa desnecessária e seguir, afinal HDs gravam os dados em componentes mecânicos que não têm limite de regravações, já SSDs têm e isso pode comprometer o sistema à medida que o drive de estado sólido vai ficando cheio, já que o TBW das células vai batendo à porta. No caso deste SSD, no site da própria Multilaser nada consta a respeito do TBW! E, ainda mais para o sistema operacional, espaço no SSD é fundamental. Um SSD dedicado ao sistema, com muitas células “em estado terminal”, pode gerar vários problemas, dado o que expliquei mais acima. Ainda mais se o Chrome estiver instalado no SSD, o que não sei se é o caso.
 
Navegador x memória. Outro problema está no Google Chrome. Você pega um navegador que é um verdadeiro redemoinho de RAM. Mesmo com 16GB, o que é um valor considerável, o navegador consome uma parcela enorme disso. Recomendo usar o Opera GX, Brave ou algum outro browser de sua preferência, principalmente um que possua controle do uso de RAM, vide o Opera GX. Pode ser este o problema.
 
Fonte. Temos ainda uma fonte Redragon de 500W. Não sei até que ponto ela é confiável ou o quanto esta potência é real. Pode ser que ela esteja, de alguma maneira, puxando mais energia com o uso do Chrome, não dando conta do recado. É meio improvável, mas… nunca se sabe.
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