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Golpista do Tinder cai em golpe e perde R$ 34 mil – Hardware

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Um dos documentários mais populares nos últimos dias da Netflix é O Golpista do Tinder, que mostra como Simon Liev conseguiu aplicar diversos golpes em mulheres através de aplicativos de namoro.
Mas agora o feitiço de virou contra o feiticeiro. Simon dessa vez foi a vítima de um golpe. Segundo o site norte-americano TMZ, o homem que se passava por um herdeiro acabou perdendo mais de €S$ 6.000 mil em um golpe, uma quantia que em reais na cotação atual seria algo em torno de R$ 34 mil.
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Golpista do TinderGolpista do Tinder
O sobrenome verdadeiro de Simon é Hayut, ele é um israelense de 31 anos que durante muito tempo mentiu dizendo ser um herdeiro de um magnata com nome de Lev Liev. Essa mentira era uma de suas formas de dar golpes em mulheres através do aplicativo de namoros, principalmente pelo Tinder.
Logo esse golpe foi descoberto e, com a investigação soube-se que Simon estava envolvido em um esquema criminoso e que já tinha roubado mais de US$ 10 milhões. Porém, agora ele que foi a vítima de um golpe.
Embora não envolva nada relacionado a namoros, ainda é possível dizer que o feitiço virou contra o feiticeiro. Simon caiu em um golpe onde uma mulher afirmava que poderia conseguir para ele e para sua namorada, Kate Konlin, o selo de verificados no Instagram. De acordo com essa mulher, ela namorava com um homem que trabalhava para a Meta e tinha esse poder.
Esse suposto namorado também participou do golpe, inclusive fazendo contato com Simon através de chamadas de vídeo com um fundo já armado para que parecesse que ele estava trabalhando em um escritório grande, imponente e com vários funcionários para simular a empresa Meta.
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Com isso, Simon se deixou levar pela enganação. O homem que se dizia funcionário da empresa de Mark Zuckerberg revelou que o selo de verificado custaria cerca de  6.000. Simon fez o pagamento pelo PayPal em duas transações separadas.
Logo após o pagamento, o gerente de Simon estranhou a situação, já que a verificação no Instagram não é paga. Com isso, ele resolveu entrar em contato com uma pessoa que trabalha de fato para a Meta e descobriu que ninguém lá dentro cobra por fora por esse tipo de serviço.
Os golpistas (nesse caso a mulher que entrou em contato com Simon e o homem que fingiu trabalhar na Meta) apagaram seus perfis nas redes sociais e qualquer rastro de atividades na internet, e não foram encontrados.
Porém, mesmo assim, nesta terça-feira (01), Simon Leviev conseguiu o selo de verificação na rede social. Dessa vez de forma padrão.
Fonte: TMZ
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