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Com comeback incrível, Sharks vira sobre Imperial, conquista FiReLEAGUE e vai à Repescagem da BLAST – DRAFT5

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A Sharks é a grande campeã da FiReLEAGUE Latin Power Spring 2022. Em grande final disputada na noite deste domingo (13), a equipe brasileira desbancou seus compatriotas de Imperial em um enfrentamento eletrizante, ficando com o título do certame e carimbando o passaporte à BLAST Premier: Spring Showdown 2022.
O Brasil, aliás, estará muito bem representado na competição, visto que além dos tubarões, FURIA, GODSENT e MIBR também estão garantidas na disputa.
O começo de jogo na Inferno, mapa de escolha dos imperadores, foi bastante truncado. A trocad e pontos, aliás, foi frenética e foi só na nona rodada que uma das equipes conseguiu pontuar de forma sequencial, e esta foi a Imperial, que contou com a classe dos veteranos fer e fnx para reverter 2v5 pela A. Assim, FalleN e suas tropas pavimentaram o caminho rumo a um modesto 9 a 6 no marcador ao final de sua metade ofensiva.
Os lados se inverteram, mas a Sharks continuou sem conseguir mostrar sua melhor versão, vendo seus adversários despontarem no placar e chegarem ao map point em 15 a 7. Os tubarões bem que tentaram resistir, mas a margem de erro era mínima e o 16 a 10 não demorou a ser sacramentado.
Jogando do lado contra-terrorista da Dust2, mapa de escolha dos tubarões, a Imperial foi praticamente impecável. Apostando em jogadas agressivas e em um amplo domínio de mapa, a formação liderada pelo Verdadeiro dominou o primeiro half. Se não fosse por um clutch 1v3 assinado por zevy, o prejuízo dos sonoros 13 a 2 teria sido ainda pior para sua equipe.
Os imperadores viram-se em situação ainda mais confortável quando levaram o pistol round e abriram o 14 a 2 no placar. O matchpoint logo veio com o 15 a 4 no placar, mas então, simplesmente aconteceu. Ponto a ponto, a Sharks buscou uma incrível remontada, forçando a prorrogação com o 15 a 15.
No tempo extra, apenas os tubarões jogaram, mantendo o domínio e assegurando outros quatro pontos em sequência, totalizando quinze consecutivos, para forçarem um terceiro mapa no enfrentamento: 19 a 15.
Em meio aos problemas técnicos, o início da Mirage, terceiro e decisivo mapa do confronto, viu um jogo extremamente equilibrado se sucedendo, com o marcador permanecendo estreito até o 6 a 6. Todavia, a Sharks levou breve vantagem ao final do half e logo assegurou a vantagem mínima do 8 a 7 no placar.
Os lados se inverteram e os tubarões impuseram um ritmo fulminante em seus ataques, controlando o jogo e não demorando a alcançar o matchpoint em 15 a 9. A Imperial bem que tentou resistir, mas não havia espaço para erros, que vieram e concederam a jnt e suas tropas o 16 a 14 no placar.
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