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Smart TVs: conheça as mais recentes tecnologias – TechTudo

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Por Shoptime
17/11/2021 17h06 Atualizado 17/11/2021
O consumidor encontra muitas opções diferentes quando começa a pesquisar para comprar uma nova Smart TV. A faixa de preço varia conforme o tipo de tela, a qualidade da imagem, o ano de lançamento e os recursos dos aparelhos. O Shoptime fala um pouco das tecnologias e inovações nas TVs para você fazer a melhor escolha.
Tipo de tela
Atualmente, são quatro tecnologias mais comuns para os displays: LED, QLED, OLED e Mini LED. As Smart TVs de entrada são as telas de LED, em que a criação das imagens ocorre com a luz, vinda das microlâmpadas em um painel de LED, que é enviada aos cristais líquidos do display.
Smart TVs de LED mais modernas exibem imagens de cores definidas com bom brilho e contraste e são bastante econômicas. Porém, a criação das imagens depende também do processador e do sistema do aparelho. Há outras tecnologias complementares, como nas TVs NanoCell da LG, que possuem nanopartículas que refinam as cores e removem impurezas dos comprimentos de onda RGB.
– Mini LED – Evolução do LED, o Mini LED tem qualidade de imagem superior, com mais brilho e contraste e cores mais vivas, resultado da redução no tamanho das microlâmpadas que emitem luz.
Cada LED do painel utilizado para formar a imagem é substituído por dezenas de Mini LEDs, que possibilitam um controle maior na emissão de luz, com cores e contraste mais precisos por pixel, sem invadir a área do pixel vizinho, além de escurecer locais da tela de forma mais precisa. Por isso, telas de Mini LED têm cores escuras e pretos bem mais intensos. A fabricação é mais barata e menos complexa do que as telas de OLED.
– QLED – Sigla para “Quantum Dot Light Emitting Diode”, ou “diodo emissor de luz com pontos quânticos”. Os painéis QLED contam com LEDs que emitem luz por trás da tela, com a diferença do composto formado de pontos quânticos que filtram a luz, brilho e intensidade de cor dos pixels para formar uma imagem com mais volume de cor e qualidade mais alta.
Algumas marcas vêm combinando a tecnologia dos pontos quânticos com Mini LEDs para disputar o mercado dos aparelhos premium, entregando TVs com mais cor e brilho e com pretos mais intensos.
– OLED – As telas de OLED não usam iluminação traseira: são formadas por diodos orgânicos que emitem a própria luz. Os pixels se acendem um a um quando estimulados por impulsos elétricos para formar as imagens. Sem painel traseiro de luz, essas TVs são muito mais finas e têm ângulos de visão mais abertos.
As Smart TVs de OLED têm alto brilho, contraste praticamente infinito e cores superpuras, inclusive em tons escuros, já que o preto é formado por pixels totalmente desligados. As desvantagens são o preço mais alto, em razão da fabricação complexa, e a possibilidade de "burn-in" da tela, que vem sendo contornada com diferentes recursos e promete ser reduzida em modelos mais novos.
Resolução 8K
A maioria das marcas que têm Smart TVs 8K apresenta produtos com tamanho acima de 60 polegadas, onde essa qualidade superior pode ser notada mais facilmente. Uma tela de 80 polegadas e resolução 8K, por exemplo, vai ter uma imagem mais definida em relação ao 4K, em razão da densidade de pixels do display.
Os fabricantes indicam que os processadores utilizados nesses equipamentos são mais poderosos e contam com recursos de inteligência artificial avançada, para que o upscaling (a melhora das imagens de menor resolução via software) seja bem superior.
Essas TVs costumam ser as mais caras de suas linhas e congregam novas tecnologias de tela, como os Mini LEDs e display OLED.
Conexão HDMI 2.1
Além da presença de portas HDMI, USB e para cabo óptico de áudio na sua nova Smart TV, é desejável ter conexão HDMI 2.1, o padrão mais recente da tecnologia de conexão de áudio e vídeo, presente nos videogames da nova geração. De forma simplificada, o HDMI 2.1 tem maior capacidade de transferência de dados do console ou PC para a tela.
Som e Bluetooth
Um bom sistema de áudio significa maior imersão nos filmes, séries, esportes e games. Smart TVs topo de linha contam com boa potência RMS e tecnologias como Dolby Digital, que promete criar um efeito de som 3D, e Dolby Atmos, que proporciona som surround multidimensional.
E falando em som, a conectividade Bluetooth permite conectar caixas de som, soundbar ou um fone de ouvido de boa qualidade, para aumentar ainda mais a imersão, sem causar problema com os outros moradores da casa.
Conectividade, assistente e biblioteca
Aproveitando o tema da conectividade, as novas Smart TVs contam com sistema operacional atualizado e com operação fluida, sem travamentos, além do acesso a uma biblioteca de aplicativos e serviços sem muitas restrições. Quando surge um novo grande serviço de streaming, as TVs mais recentes recebem o app para você assistir ao conteúdo – mas não há certeza de que isso vai acontecer com aparelhos lançados há 3 ou 4 anos.
Para facilitar essa transição e também conseguir acessar programas, vídeos e outros conteúdos de serviços menores ou de páginas da Internet, as Smart TVs mais novas possuem boa integração com smartphones e tablets, para exibição da telinha para a tela grande via Miracast (Android) e Apple AirPlay 2 (iPhone e iPad).
Os processadores das Smart TVs contam ainda com recursos de inteligência artificial e algoritmos que vão ajudar a melhorar a experiência. Além disso, muitas TVs já são integradas com assistentes virtuais, que podem ser comandados por voz pelo controle remoto.
Modo Jogo
Diversos modelos de Smart TVs contam com processadores que, além de rodar o sistema operacional, trabalham para otimizar as imagens e exibi-las em qualidade melhor. Esse processamento demanda tempo, mesmo que mínimo, enquanto que, para jogar, o ideal é ter o menor tempo de resposta entre comando no controle e imagem na tela.
Nas TVs com Modo Jogo ou Modo Game, o chip prioriza a menor latência e o tempo de processamento das imagens, de acordo com a demanda do videogame ou computador. Assim, a TV faz os ajustes automáticos de brilho, contraste e áudio para dedicar a potência do processamento ao que interessa: o menor tempo de resposta.
Ainda falando de videogame, existem dois padrões de certificações de displays que prometem resultados avançados na sincronização da GPU e da tela: G-Sync e Freesync. Apesar de serem tecnologias voltadas para PCs e mais comuns em monitores gamer, G-Sync e Freesync podem ser encontrados em alguns modelos de TVs que prometem imagens perfeitamente sincronizadas e latência de até 1 milissegundo em jogos.
Taxa de atualização
Outra inovação nas Smart TVs mais modernas e para gamers é a taxa de atualização, uma vez que os consoles da nova geração rodam com resolução 4K e 60 FPS, chegando a 120 frames por segundo em jogos triplo A, grandes franquias ou games supercompetitivos. Os modelos com taxa variável, com 120 Hz ou mais, são ideais para esse tipo de usuário, o que proporciona uma imagem muito mais fluída e de movimentos mais intensos também em filmes e séries.
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