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Castlevania faz 35 anos: Confira 7 curiosidades sobre a franquia – Observatório de Games

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Castlevania foi lançado em 26 de setembro de 1986 e desde então é um dos maiores sucessos no universo dos jogos. Seus personagens são famosos em qualquer evento gamer, de anime, “Comics Con”, ou seja, ela é mais do que reconhecida como um fenômeno, tanto que ganhou uma série animada na Netflix e em breve os fãs serão brindados com mais uma.
E para comemorar esse importante marco, separamos 7 curiosidades sobre a franquia Castlevania que talvez você não conheça. E se conhece, leia novamente pois essa é uma conversa entre amigos relembrando essas partes que fizeram a cabeça de todos nós durante um pouco mais de três décadas. E se você lembra de outras, deixe abaixo nos comentários para os velhos e novos fãs.
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Os jogos de Castlevania tendiam a atrair muita história e folclore, mas os primeiros jogos eram puramente tributos aos filmes de terror dos anos 1930 aos 1960. Isso fica muito claro nas referências contidas no game, como Frankenstein, que é inequivocamente baseado na versão de Boris Karloff. E caso não tenha ficado muito claro, o próprio personagem Drácula e um caçador de vampiro também acabaram vindo dessa linha, assim como os lobisomens entre outros “monstros”.
Aqui está outro fato que corrobora a primeira curiosidade. Os criadores do jogo original de Castlevania se divertiram muito, ao ponto de colocarem nos créditos do jogo o nome de Bram Stoker, criador da obra literária Drácula. Ele está em forma de brincadeira, Vran Stoker. As outras referências são Christopher Lee que vem como Christopher Bee, Bela Lugosi como Belo Lugosi e Boris Karloff como Boris Karloffice.
Os créditos referem-se a Simon Belmont como Simon Belmondo, o nome do personagem no Japão. E para encerrar o assunto dos nomes, os créditos estão na imagem!
Um dos problemas antigos e que ainda perduram até hoje: créditos! Algumas vezes eles são até colocados, como o próprio Castlevania fez, mas por causa dessa forma mais humorada, ficamos sem saber quem é o criador. Isso também aconteceu com Street Fighter e tantos outros jogos. O palpite que muitos dizem é que o criador do jogo é Hitoshi Akamatsu, mas nem mesmo John Szczepaniak conseguiu o encontrar para seu livro de jogos.
Hitoshi Akamatsu (creditado como Trans Fishers e também como Vram Stoker no Castlevania original) foi o diretor-chefe da equipe de criação por trás do Castlevania original, e também se sabe que ele e sua equipe foram responsáveis pela criação do Castlevania II: Simon’s Quest, Castlevania III: Dracula’s Curse e Snake’s Revenge (uma sequência não canônica de Metal Gear) lançado para o Nintendo Entertainment System.
Em entrevista ao criador e diretor do jogo, Masahiro Ueno (diretor principal do Super Castlevania IV), ele confirmou que a mesma equipe foi responsável pelo desenvolvimento dos três jogos do Famicom: Castlevania, Castlevania II: Simon’s Quest and Castlevania III: Dracula’s Curse. Em uma entrevista não publicada com o criador de Haunted Castle, ele disse que o chefe do Castlevania original era Hitoshi Akamatsu.
Ao que tudo indica, a equipe Castlevania original se separou após a formação de Castlevania III. O único jogo que não era de Castlevania que eles fizeram foi Snake’s Revenge, uma sequência de Metal Gear projetada especificamente para o público ocidental. O criador do Metal Gear, Hideo Kojima, nem mesmo foi informado que o jogo estava em produção, e quando ele foi descoberto, ele decidiu fazer Metal Gear 2: Solid Snake para computadores MSX japoneses em retaliação. Snake’s Revenge agora é considerado não canônico, e Kojima o considerou um “joguinho de [email protected]” em entrevistas.
Os fãs de longa data sempre mexem na ROM do jogo e descobriram que alguns itens estranhos foram retirados do título como a carta de amor, um par de sapatos e outros realmente que não dá para saber o que são.
Por alguma razão, o manual do Castlevania e todo promocional do jogo recusou-se a usar o nome “Drácula”. O antagonista do jogo foi simplesmente referido como “O Conde”. Este também foi o caso no programa de TV Captain N. Estranhamente, o nome Drácula é usado no próprio jogo, então não pode ser uma coisa legal. Provavelmente era apenas mais um exemplo da filial americana da Konami não levando seus trabalhos particularmente a sério.
Eles geralmente não prestavam a menor atenção aos nomes ou histórias japonesas originais de um jogo, simplesmente inventando suas próprias bobagens. Por exemplo, nos manuais dos jogos NES de Metal Gear, Big Boss é referido como “Higharolla Kockamamie”. Talvez eles presumissem sem se preocupar em verificar se o Drácula ainda estava protegido por direitos autorais, caso que não era desde os anos 60.
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