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Dia Nacional de Prevenção à Surdez: quem ama tecnologia também precisa se cuidar – Canaltech

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Nesta quarta-feira (10), celebra-se o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez. A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que cerca de 25% das pessoas, no mundo todo, sofrerão alguma perda auditiva, até 2050, mas esse índice pode ser contido com cuidados simples. Especialistas destacam alguns deles, principalmente no que diz respeito à tecnologia.
Segundo o otorrinolaringologista Andy Vicente, especialista em perda auditiva do Hospital CEMA, existem problemas de saúde que produzem sintomas muito sutis, e que, muitas vezes, passam despercebidos, até que se agravam. É o caso de grande parte dos casos de perda auditiva. “A perda auditiva está entre as condições mais associadas à depressão”, alerta.
Entre as principais causas da surdez, estão os traumas, tumores, otites não tratadas, exposição prolongada a sons altos, ocorrência de doenças, como diabetes, hipertensão arterial, caxumba, sarampo, rubéola, meningite, envelhecimento e enfermidades genéticas. Sob as recomendações do especialista, os cuidados para preservar a audição — principalmente daqueles que amam tecnologia e não deixam seus fones de ouvido de lado — incluem:
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Segundo o médico, são poucos os que sabem dos recursos atuais que a medicina oferece para quem sofreu alguma perda auditiva. “Além dos aparelhos auditivos, existe o implante coclear. Apesar do crescimento, o implante chega para menos de 5% do total de pacientes que poderiam ser usuários dessa tecnologia”, explica.
O implante é indicado para casos de perda auditiva neurossensorial severa ou profunda, que não tiveram respostas satisfatórias com o uso de próteses auditivas convencionais. Ele promove uma estimulação elétrica do nervo auditivo, restabelecendo a audição. No entanto, esse é um tratamento que demanda uma terapia fonoaudiológica específica, especialmente nos primeiros 12 meses.
A ideia dos especialistas da área é que futuramente seja possível fazer implantes cocleares totalmente implantáveis (sem a unidade externa). “Todos esses avanços nos deixam mais confiantes e seguros para tratarmos pessoas com diversos tipos de perda auditiva”, conclui o médico.
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