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O que é o metaverso e qual sua relação com as tecnologias AR e VR? – Oficina da Net

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O termo “metaverso” é a palavra da moda para capturar a imaginação da indústria de tecnologia – tanto que o Facebook está se reformulando para sinalizar sua adoção da ideia futurística.
O metaverso é uma realidade digital que combina aspectos de mídia social, jogos online, realidade aumentada (AR), realidade virtual (VR) e criptomoedas, a fim de que os usuários possam interajir virtualmente.
A realidade aumentada sobrepõe elementos visuais, sons e outras entradas sensoriais em configurações do mundo real. Com isso é possível aprimorar a experiência do usuário. Em contraste, a realidade virtual é capaz de ampliar as realidades ficcionais.
Conforme o metaverso cresce, ele criará espaços online, onde as interações do usuário são mais multidimensionais do que a tecnologia atual suporta. Em vez de apenas visualizar o conteúdo digital, no metaverso os usuários serão capazes de mergulhar em um espaço onde o mundo digital e físico se fundem em um só.
O metaverso é basicamente um universo fictício que se conecta com a realidade. Em outras palavras, é um outro universo, acessado virtualmente, e a combinação desse universo virtual com o universo real compõe o termo metaverso.
Por exemplo, o metaverso pode ser uma plataforma online onde os usuários podem desfrutar de uma sociedade virtual em que as pessoas podem se reunir para trabalhar, jogar ou socializar.
Embora a tecnologia necessária para realizar o conceito do metaverso ainda demore anos para estar totalmente disponível, espera-se que eventualmente seja um lugar onde você possa trabalhar, se divertir, aprender, criar, fazer compras e interagir com amigos, em um ambiente totalmente virtual e online.
O metaverso não tem um criador (ou definição) único, então não é algo que o Facebook possua ou seja o único responsável por desenvolver.
Apesar do Facebook ser o líder atual em hardware e software no negócio do metaverso, ele não é o dono do conceito. Ainda assim, é inegável que o Facebook é o maior propagador e investidor desse conceito.
A empresa anunciou em setembro de 2021 um investimento de US$ 50 milhões em pesquisa global e parceiros de programa para garantir que a tecnologia do metaverso seria desenvolvida de forma responsável.
A realidade aumentada envolve a sobreposição de elementos visuais, sons e outros estímulos sensoriais em uma configuração do mundo real para aprimorar a experiência do usuário.
Já a realidade aumentada pode ser acessada com um smartphone, e os usuários podem controlar sua presença no mundo real.
Em comparação, a realidade virtual é completamente virtual e aumenta as realidades ficcionais. A realidade aumentada requer um dispositivo como um óculos, e os usuários são controlados pelo sistema.
Atualmente, o Facebook está desenvolvendo seu próprio mundo virtual sem qualquer competição. Por exemplo, a Microsoft e o Google estão vendendo óculos AR que adicionam uma camada virtual ao mundo real.
Embora os óculos AR possam ser amplamente usados ​​no futuro, eles não estão criando um ecossistema de mundo virtual como o Facebook. Em outras palavras, eles estão competindo por um mercado diferente.
Além disso, o Oculus VR permite que os usuários façam uma variedade de atividades, ao contrário de outros dispositivos VR, que são feitos para uma finalidade única. Esta é a razão pela qual os dispositivos VR anteriores não conseguiram se popularizar no passado.
Um bom exemplo é o Samsung VR, lançado em novembro de 2015, mas que se resume uma tela 3D para os usuários assistirem a vídeos ou jogarem com o controle remoto que acompanha o dispositivo. No entanto, o Facebook está criando um ecossistema de sociedade virtual.
Já a Roblox pode parecer outra possível concorrente, mas até certo ponto. Apesar da Roblox ter uma plataforma metaversa, ela não vende nenhum hardware.
Muito provavelmente, quando as tecnologias necessárias para usar o metaverso estiverem disponíveis, teremos que utilizar o ecossistema e hardwares do Facebook.
Portanto, sem nenhuma competição significativa, o Facebook ficará com a maior parte da participação no mercado de hardware, o que os ajudará a criar um ecossistema de realidade virtual que será influente o suficiente para ser dominante.
Os maiores riscos do metaverso estão ligados exatamenteo ao monopólio do Facebook sobre essas tecnologia. Como sabemos, o Facebook é conhecido por sérios problemas de privacidade, o que vai aumentar.
A realidade virtual permitirá que o Facebook tenha ainda mais acesso aos nossos dados privados.
Outro risco que acontece é de que tudo isso que o Facebook imagina pode não se tornar realidade.
O metaverso pode acabar sendo utilizado pelas pessoas apenas para fins específicos, como jogos ou educação, em vez de toda uma sociedade virtual como Zuckerberg fala.

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Entenda o que é o Metaverso, ideia trazida por Mark Zuckerberg que promete transformar a maneira como nos relacionamos virtualmente hoje.
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