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Preferência por smartphones e mais: detalhes do perfil do gamer brasileiro – Consumidor Moderno

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POR Luiza Vilela – 8 de abril de 2021
O mercado de games tem conquistado o mundo. Seja por meio dos consoles específicos para essas atividades, pelos jogos em computadores ou mesmo por aplicativos em smartphones, é inegável que a comunidade gamer tem crescido ao longo dos anos. Só na pandemia, o número de consoles vendidos apresentou um aumento considerável.
Além do contato com os jogos ter crescido, o hábito de consumo do gamer brasileiro também sofreu mudanças. A 8ª edição da Pesquisa Game Brasil (PGB) trouxe alguns dados que mostram a maior penetração dos jogos na sociedade e como se dá esse consumo, em especial durante a pandemia.
Listamos seis detalhes sobre os gamers brasileiros que são importantes para ficar de olho — até para criar estratégias de aproximação com o consumidor. Confira:
De acordo com a pesquisa, 75,8% dos gamers brasileiros afirmaram que estão jogando mais no período de pandemia. Com o isolamento social, as atividades de lazer estiveram mais conectadas à tecnologia, fator responsável pelo aumento de tempo gasto nos jogos.
Em um contexto de busca por novas formas de entretenimento, games individuais também ganharam espaço na vida desses consumidores.
A comunidade gamer, durante a pandemia, passou a abrigar ainda mais os consumidores das classes C1, C2 — enquadrados na classe média —, bem como jogadores das classes D e E, que configuram a baixa renda. A pesquisa aponta que a soma dessas quatro classes compreende 49,7% dos entrevistados.
Vale destacar que o mercado de games não está restrito apenas aos consoles, como Xbox, Playstation e Nintendo. Gamers que usam o computador ou smartphone têm aumentado cada vez mais em quantidade.
Ainda assim, a classe social mais presente na comunidade gamer é a B2 (27,6%).
O estudo ressalta que a maior parte dos jogadores joga por meio dos dispositivos móveis. Os smartphones, no caso, são os favoritos dos brasileiros: preferência de 41,6% dos gamers.
Essa movimentação inclui uma gama ainda maior de pessoas nos games. Dessa forma, é possível até mesmo mesclar jogadores por meio de diferentes plataformas em um mesmo jogo, como ocorreu no ano anterior com o jogo Among Us (Entre Nós). Nele, era possível fechar uma sala para o jogo com players provindos do computador/notebook — com a versão paga — e também pelo smartphone — por meio da versão gratuita.
A PGB destaca, ainda, que 19,5% dos jogadores jogam todos os dias pelo computador ou notebook, um percentual maior que os consoles (15%).
Se antes os games eram vistos como atividade masculina, os resultados da PGB mostram que as mulheres são maioria na comunidade gamer, compreendendo 51,5% dos jogadores brasileiros. Ainda que o percentual seja superior ao dos homens, é importante lembrar que a pesquisa atinge também os jogos em smartphones, aos quais elas costumam ter preferência.
Engana-se quem pensa que jogo é coisa de criança e adolescente. De acordo com os dados da PGB, a maior parte dos jogadores brasileiros tem entre 20 e 24 anos (22,5%), seguido por adultos de 25 a 29 anos (18,6%), pessoas entre 30 e 34 anos (16,7%) e 35 e 39 anos (12,9%).
Os adolescentes compreendem apenas 10,3% do total de jogadores brasileiros em todas as plataformas, abaixo até mesmo dos jogadores entre 40 e 49 anos (12,2%). Ainda que o percentual de adolescentes seja mais baixo, ele ainda está acima dos jogadores com mais de 50 anos, que compreendem 6,8% do total de gamers brasileiros.
A pesquisa da PGB constatou que mais 34,4% dos gamers brasileiros ainda mora com os pais e, portanto, têm algum auxílio econômico de seus parentes ou contribui com a renda familiar. A segunda maior parcela dos jogadores (30,9%) é pai, mãe ou responsável e 20,9% formam um casal sem filhos. Apenas 10,8% dos jogadores moram sozinhos.
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